
Com o aumento dos diagnósticos, cresce também a necessidade de um suporte terapêutico eficaz. É aqui que entra a terapia ocupacional, uma área que se tornou indispensável no tratamento do TEA. Muitos indivíduos com autismo enfrentam desafios no processamento sensorial — eles podem ser hipersensíveis a sons, luzes e toques, ou, ao contrário, buscar intensamente certos estímulos.
É aí que a abordagem de Integração Sensorial se destaca. Desenvolvida pela terapeuta ocupacional A. Jean Ayres, essa técnica busca ajudar a pessoa a organizar as informações sensoriais que recebe do seu corpo e do ambiente, permitindo respostas adaptadas e adequadas. A terapia ocupacional com foco em integração sensorial não é apenas sobre brincadeiras; é uma terapia que utiliza atividades com propósito para ajudar o indivíduo a lidar melhor com o mundo ao seu redor, melhorando sua capacidade de se engajar em atividades diárias, como vestir-se, alimentar-se ou socializar.